
Arraiá dentro de casa
Sem poder ir às festas por causa da pandemia, a festa veio até as crianças. A equipe montou um Arraiá na casa, com mesa enfeitada e muitas delícias típicas.
Nossa história
A PROHACC nasceu em Perus, na zona noroeste de São Paulo. Esta é a nossa trajetória contada pelos registros oficiais e pelas próprias postagens da casa, ano a ano.
Como tudo começou
Em 3 de outubro de 1997 foi aberta a Associação Proteção Habitacional das Crianças Carentes, com sede na Rua Dr. Oscar da Cunha Correia, em Perus.
Hoje a casa é um serviço de acolhimento institucional: acolhe crianças e adolescentes de 0 a 17 anos por determinação judicial, cuida deles enquanto for preciso e participa da rede de proteção do território.
Tudo isso sem convênio com o poder público. Ao longo dos anos, quem sustentou a casa foram os doadores, os voluntários, as escolas, as empresas e os vizinhos do bairro.
Linha do tempo
Os marcos abaixo vêm do cadastro da Receita Federal e das postagens da casa no Instagram. Para os anos de 1998 a 2019 não temos registros públicos, então contamos apenas o que podemos comprovar.
Relatos
Momentos reais registrados pela PROHACC. Nenhum relato identifica as crianças: contamos o que aconteceu, nunca quem é quem.

Sem poder ir às festas por causa da pandemia, a festa veio até as crianças. A equipe montou um Arraiá na casa, com mesa enfeitada e muitas delícias típicas.

Quando o mundo precisou ficar em casa, a PROHACC seguiu de portas abertas por dentro. As crianças viveram a quarentena cuidadas pela equipe e pelos voluntários, e as contas continuaram chegando. O pedido foi simples: manter um coração doador mesmo em tempo de crise.

O Quintal dos Bolos Caseiros, de Perus, mandou bolos deliciosos e a criançada fez festa. A casa agradeceu publicamente o carinho.

A 1ª Macarronada Beneficente estava pronta para acontecer, mas foi cancelada por causa das novas restrições contra a Covid-19. Mesmo abrindo mão da arrecadação, a casa escolheu a segurança de todos.

Cestas básicas chegaram e foram repartidas, num dia que a própria casa chamou de distribuir alegria e esperança.

Numa mesma noite chegaram mais quatro crianças. A legenda lembrou: são as acolhidas que permitem novas oportunidades e dão esperança àqueles que mais necessitam de afeto.

A casa registrou com alegria a primeira criança vacinada contra a Covid-19 e desejou que todas pudessem se vacinar logo.

Uma amiga da casa chamou os amigos, e juntos eles deram à PROHACC uma geladeira muito necessária. A casa agradeceu dizendo que eles faziam toda a diferença.

Para a 1ª Pizza Beneficente, a equipe montou pizzas de muçarela e calabresa prontas para assar, com retirada na própria casa.

A casa pediu um liquidificador, novo ou usado. Pouco tempo depois, a arte comemorava: conseguimos.

O projeto quis levar todas as crianças ao shopping para conhecer o Papai Noel e lanchar, um passeio muito desejado por elas. Como a casa não tem convênio público, o passeio dependeu de quem doou.

Depois de uma campanha para custear um tratamento odontológico de R$ 4.000, a casa contou que a colocação do aparelho de uma adolescente acolhida foi um sucesso.

Depois da pandemia, a PROHACC voltou à festa junina do Colégio Augusto Ramos com uma barraca de doces. A casa agradeceu cada ajuda: o dinheiro, os ingredientes, quem cozinhou e o espaço cedido pela escola.

Quando uma criança chega, equipe técnica, gerência e educadoras participam juntas do primeiro banho, para que a recepção seja a mais segura e acolhedora possível.

Um bebê que estava internado finalmente teve alta e foi recebido em casa com festa. A PROHACC agradeceu quem ajudou com dinheiro e com orações.

A casa também é ponto de coleta: tampinhas, lacres de latinha e cartelas vazias de remédio seguem para outra instituição parceira, a AAMEEP Centro Dia.

Um peixinho chegou e virou o mascote das crianças, com direito a um cartão: cuidando com carinho do meu peixe.

Com um bebê internado na UTI, a casa contratou mais duas funcionárias para o revezamento no hospital. No mesmo mês, chegaram mais dois bebês.

Toda criança acolhida tem direito a ser recebida de forma humanizada, com educação, saúde e alimentação. Na PROHACC, diz a casa, isso vem junto com muito carinho e cuidado.

A casa quis levar suas 18 crianças e adolescentes ao cinema e pediu ajuda: a arte calculava R$ 100 por criança, com ingresso, pipoca e refrigerante.

Com os vouchers recebidos, as crianças tiveram um dia especial, cheio de alegria. A casa lembrou que pequenos gestos podem mudar o dia de uma criança.
Fonte dos relatos: postagens públicas do Instagram @prohacccasa, de 2020 a 2026.
Algumas imagens dos relatos são ilustrativas, criadas com inteligência artificial, sem crianças reais.
Fale com a PROHACC
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